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DPE/RS obtém transferência de preso com esquizofrenia da Penitenciária de Ijuí para hospital

Defensora Carla Lizot foi responsável pelo caso do homem que estava custodiado há cerca de um ano na PMEI; pedido por vaga em instituição adequada já havia sido feito na fase criminal do processo.

Matéria Publicada em: 18/02/2026
Defensora Carla Lizot, card ilustrativo, e ao fundo a PMI. Fotos: Abel Oliveira e reprodução.

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🚨  A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE/RS) garantiu a transferência de um homem diagnosticado com esquizofrenia que estava preso na Penitenciária Modulada Estadual de Ijuí (PMEI) para um hospital de longa permanência. A condução do assistido à instituição ocorreu na última quinta-feira (12/2), assegurando atendimento psicossocial adequado e maior segurança.

A defensora pública responsável pelo caso, Carla Schöfel Lizot, informou que o pedido por uma vaga em instituição que possibilitasse tratamento compatível com a condição de saúde mental do assistido havia sido apresentado ainda na fase criminal do processo. O requerimento, contudo, foi negado à época. O homem permaneceu aproximadamente um ano custodiado na PMEI.

A unidade prisional de Ijuí alvo de registros sobre superlotação em 2025, situação também apontada no ano anterior durante inspeção realizada pelo Projeto Dignidade, da própria Defensoria Pública. Conforme a defensora, embora haja equipe multidisciplinar e atuação da Polícia Penal, a permanência de pessoa com vulnerabilidade psíquica em ambiente prisional representa risco tanto para o próprio apenado quanto para os demais detentos.

A transferência foi assegurada por meio de ação ajuizada no Juizado Especial da Fazenda (JEFAZ), que determinou a remoção do homem para um residencial terapêutico de longa permanência. Para Carla Lizot, a decisão foi essencial para garantir a inserção do assistido em local compatível com sua condição de saúde mental.

Foi fundamental para assegurar ao assistido a permanência em espaço adequado, com profissionais especializados e convivência com pessoas em condições semelhantes, garantindo tratamento digno e respeitoso”, destacou a defensora.

Também atuaram no caso o analista da DPE Rafael Arsand, a assistente social Silvia Adriane Amaral e a psicóloga Daiane Steiernagel, vinculados à PMEI.

FONTE: DPE/RS

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