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Funcionários da 3tentos são presos suspeitos de aplicar fraude milionária contra a empresa

Segundo a Polícia, funcionários reutilizavam registros verdadeiros de pesagem de grãos para criar documentos fictícios, simulando entregas que nunca aconteceram. Prejuízo gira em torno de R$ 6 milhões.

Matéria Publicada em: 07/05/2026
Dinheiro apreendido. Reprodução/Polícia Civil RS.

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Nesta quinta-feira (07/05), a Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PC/RS), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) de Cruz Alta, deflagrou a Operação Romaneio na região Noroeste do Estado, em combate a uma fraude ocorrida praticada contra a empresa cerealista 3tentos.

A ação contou com a participação de 80 policiais civis das regiões de Cruz Alta, Passo Fundo, Palmeira das Missões, Soledade, Três Passos e Ijuí.

Foram cumpridas diversas ordens judiciais, entre elas mandados de busca e apreensão, prisões e sequestro de bens e valores dos envolvidos.

Até o momento, 11 pessoas foram presas. Diversos eletroeletrônicos, joias e acessórios de luxo foram apreendidos, além de veículos e da quantia de R$ 85 mil em espécie.

Entenda o caso:

A 3tentos identificou uma fraude em seu sistema de controle de pesagem de grãos que resultou em prejuízo superior a R$ 6 milhões.

Conforme apurado, o esquema consistia na reutilização indevida de registros legítimos de pesagem de cargas. Após a realização regular da pesagem de caminhões na unidade da empresa, dados já cadastrados no sistema eram novamente inseridos por funcionários, sem que houvesse uma nova entrada física de veículos na balança.

Segundo a investigação, nessas inserções fraudulentas, os dados eram manipulados e vinculados a supostos clientes, que também fariam parte do grupo investigado. A prática possibilitava que uma única operação legítima originasse dois romaneios distintos no sistema: um verdadeiro e outro fictício, simulando entregas inexistentes de grãos.

De acordo com o delegado Ricardo Drum Rodrigues, responsável pela investigação, os suspeitos utilizavam informações reais para criar registros falsos que posteriormente poderiam ser faturados.

Créditos: Polícia Civil do RS

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